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Terapia Cognitivo-Sexual na Menopausa: quando o corpo muda, a sexualidade se transforma e a mulher precisa de acolhimento
A menopausa costuma ser apresentada como perda. Perda do desejo, da feminilidade, do prazer. Na prática clínica, porém, o que mais gera sofrimento não são apenas as alterações hormonais, mas os significados que a mulher constrói sobre essas mudanças.
A sexualidade não desaparece na menopausa. Ela se transforma. E toda transformação exige compreensão, tempo e cuidado.
niviaserrapsi
há 7 dias4 min de leitura


Até que ponto sexo é importante? Quando a mulher ama, mas o desejo não acompanha
“Até que ponto sexo é importante?”
Essa pergunta costuma surgir em silêncio, na intimidade do pensamento, geralmente acompanhada de culpa e confusão.Ela aparece quando a mulher olha para o relacionamento e percebe que há amor, parceria, respeito, mas algo essencial não está mais ali: o desejo.
Muitas mulheres não chegam dizendo que têm um “problema sexual”.Elas chegam dizendo que não sabem mais o que sentem.
Sentem carinho, vínculo, companheirismo — mas o corpo não respond
niviaserrapsi
25 de jan.4 min de leitura


Amar alguém com TDAH é tão difícil assim? O que quase ninguém explica sobre os relacionamentos
Entenda como o transtorno afeta a vida a dois — e quando a terapia pode ajudar.
Amar alguém com TDAH adulto costuma começar como qualquer história de amor: conexão, admiração, intensidade. Muitas vezes, inclusive, com uma química forte, conversas empolgantes e sensação de novidade constante.
Mas, com o passar do tempo, algo muda.
niviaserrapsi
21 de jan.4 min de leitura


Humilhação por amor: quando amar custa a sua dignidade
Humilhação por amor acontece quando uma pessoa abandona a própria dignidade emocional para tentar manter um vínculo que já não é recíproco, saudável ou escolhido.
Ela se manifesta quando o amor deixa de ser encontro e passa a ser:
submissão
imploração
sacrifício unilateral
medo constante de abandono
dependência emocional
A pessoa não se humilha porque quer. Ela se humilha porque acredita que não sobreviverá à perda.
E, nesse ponto, amar deixa de ser um ges
niviaserrapsi
20 de jan.6 min de leitura


Meu relacionamento é abusivo? Quando o problema não é o conflito, é a violência
Conflitos fazem parte de qualquer relação. Discussões, frustrações e diferenças não definem, por si só, um relacionamento abusivo.
O problema começa quando o vínculo deixa de ser um espaço de segurança emocional.
Violência em relacionamentos não começa no soco.
niviaserrapsi
17 de jan.3 min de leitura


Vingança Após Traição: Raiva, Humilhação e o Desejo de Retaliação Que Ninguém Quer Admitir
Ser traído não provoca apenas tristeza.Para muitas pessoas, a experiência ativa algo muito mais intenso e desconcertante: o desejo de vingança após a traição.
Uma vontade quase física de revidar.De ferir como foi ferido.De expor, humilhar, devolver a dor.
E quando isso acontece, surge um segundo sofrimento:
niviaserrapsi
8 de jan.4 min de leitura


Luto pela perda de alguém importante: por que dói tanto e parece que nunca passa?
Perder um cônjuge, um pai, uma mãe ou um filho não é apenas perder alguém que amamos. É perder uma parte essencial do mundo interno que nos orientava todos os dias. E a ciência do cérebro ajuda a entender por que o luto pela perda de alguém importante é uma das experiências mais dolorosas da vida humana.
niviaserrapsi
28 de dez. de 20254 min de leitura


Contar ou não contar uma traição? Quando a verdade ajuda — e quando machuca ainda mais
Poucas perguntas geram tanta angústia emocional quanto contar ou não contar uma traição.Ela aparece em momentos de crise, culpa, medo, raiva e confusão. Para quem traiu, a dúvida costuma ser atravessada pela necessidade de aliviar o peso interno. Para quem desconfia, o silêncio pode se tornar insuportável, alimentando fantasias, ansiedade e sofrimento constante.
Existe uma crença muito difundida de que a verdade sempre liberta. Mas, na prática clínica, a experiência mostra a
niviaserrapsi
22 de dez. de 20254 min de leitura


Quando o “Casamento Desigual” vira um peso: por que você sente que está casada sozinha
Você já se deu conta de que está vivendo um casamento desigual quando percebe que divide o teto, mas não divide a vida? É quando você paga, organiza, planeja e se desdobra — enquanto o parceiro apenas usufrui. Não se trata apenas de dinheiro, mas de participação, afeto, compromisso e presença.
É o tipo de relação em que você pergunta a si mesma:estou casada ou estou cuidando de um adulto que não assumiu o papel de parceiro?
Esse fenômeno é mais comum do que parece e afeta
niviaserrapsi
20 de dez. de 20253 min de leitura


Como Encerrar um Ciclo Amoroso Quando o Coração Ainda Insiste
Todo mundo já ouviu alguém dizer:“Se terminou, segue em frente.”“É só esquecer.”“Abre o olho, esse ciclo já está encerrado.”
Mas quem vive sabe:o corpo não obedece comandos.O coração não entende lógica.A mente cria histórias que você não consegue soltar.
E aí vêm as perguntas que doem:
“Por que eu não consigo esquecer alguém que me machucou?”
“Por que eu continuo voltando mesmo sabendo que não funciona?”
“Por que eu não consigo encerrar um ciclo amoroso que já ac
niviaserrapsi
10 de dez. de 20253 min de leitura


Ciúme no Relacionamento: Como Entender, Acolher e Transformar Esse Sentimento
O ciúme também aumenta quando um dos parceiros se sente menos valorizado, menos visto ou menos escolhido dentro da relação.
Por isso, o objetivo da terapia não é eliminar o ciúme — mas transformá-lo num ponto de consciência, não de conflito.
niviaserrapsi
24 de nov. de 20253 min de leitura


Ciúme no Relacionamento: Quando o Amor se Mistura com Medo e Posse
Na era digital, o ciúme ganhou novas formas.Curtidas, mensagens, stories e olhares virtuais se tornaram gatilhos de insegurança.O parceiro não precisa sair de casa para “trair”: basta estar emocionalmente ausente.
Muitas pessoas descrevem o ciúme não apenas como medo de perder o outro, mas como medo de não ser escolhidas.É o medo de ser trocada por alguém “melhor”, “mais interessante”, “mais bonito(a)” — a ferida da comparação.
E isso gera uma sensação de impotência que não
niviaserrapsi
12 de nov. de 20255 min de leitura


TOC de Relacionamento: Quando o Amor Vira um Campo de Dúvidas e Controle
O TOC de relacionamento (ou TOC amoroso) é uma forma de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) na qual a pessoa é dominada por pensamentos intrusivos e repetitivos sobre o relacionamento — se ama o parceiro, se é amada, se está sendo traída ou se está com a pessoa “certa”.
Essas dúvidas podem parecer racionais no início, mas acabam gerando sofrimento, culpa e comportamentos de controle que desgastam o vínculo amoroso.
niviaserrapsi
11 de nov. de 20253 min de leitura


Mudanças após a traição: o que realmente muda em um relacionamento depois da infidelidade
A traição é um dos acontecimentos mais dolorosos e desestruturantes em um relacionamento amoroso. Ela rompe não apenas a confiança entre duas pessoas, mas também a sensação de segurança emocional e identidade construída a dois.
Quando alguém descobre uma traição — seja ela física, emocional ou virtual — uma avalanche de sentimentos toma conta: raiva, tristeza, culpa, vergonha, incredulidade e medo. Tudo o que antes parecia sólido passa a ser questionado.
niviaserrapsi
3 de nov. de 20255 min de leitura


Conviver com parceiro com transtorno: quando o amor exige compreensão e limites
Amar alguém nunca é simples, mas conviver com parceiro com transtorno é uma experiência que mistura amor, confusão e exaustão emocional. Um dia há carinho, atenção e parceria; no outro, frieza, irritação ou distanciamento. Entre o medo de magoar e a sensação de ser esquecido, muitos casais vivem no limite entre o amor e a dor.
niviaserrapsi
1 de nov. de 20254 min de leitura


Medo de Confiar Novamente: Quando a Dor da Decepção Ainda Vive Dentro de Você
Existem dores que o tempo não apaga, apenas adormece.E uma das mais silenciosas é o medo de confiar novamente.Ele costuma surgir depois de uma traição, de uma decepção ou de um momento em que a mulher se deu inteira — e, mesmo assim, foi deixada de lado, enganada ou trocada.
niviaserrapsi
31 de out. de 20254 min de leitura


Casado com Autista e TDAH: Quando Amar Exige Paciência, Compreensão e Limites
Conviver com um parceiro neurodivergente é, muitas vezes, uma experiência de amor e solidão ao mesmo tempo.Há carinho, há vínculo, há vontade de fazer dar certo — mas também há o sentimento de estar constantemente em segundo plano. É uma solidão diferente, porque não vem da falta de amor, mas da falta de conexão.Não é o desinteresse, é o descompasso.
A pessoa neurotípica, que se esforça para compreender, começa a sentir o cansaço de precisar pedir o que deveria ser natural.P
niviaserrapsi
8 de out. de 20255 min de leitura


Falta de diálogo no relacionamento: quando o silêncio fala mais alto que o amor
Ninguém para de conversar da noite para o dia.O distanciamento começa de forma quase imperceptível — e o casal só percebe quando o clima entre eles já mudou completamente.
Alguns sinais clássicos da falta de diálogo no relacionamento incluem:
Respostas curtas e frias, mesmo em assuntos simples.
Falta de interesse em saber sobre o dia do outro.
Evitar conversas sobre problemas ou decisões importantes.
Interações que se limitam a tarefas (“Você pegou as crianças?
niviaserrapsi
6 de out. de 20256 min de leitura


Quando o homem de sucesso profissional perde o chão no amor: como lidar com o luto de um término
Quando o homem de sucesso profissional perde o chão no amor, nada mais parece ter sentido.”Essa é a realidade silenciosa de muitos que, para o mundo, são vistos como vencedores: constroem empresas, lideram equipes, acumulam conquistas e são admirados por sua performance. Porém, na intimidade, carregam um vazio que os derruba quando o relacionamento acaba.
niviaserrapsi
17 de set. de 20254 min de leitura


Como esquecer o ex: guia definitivo para seguir em frente sem dor
Quando um relacionamento acaba, não é apenas a ausência da pessoa que dói. O que mais machuca é a quebra de expectativas, os planos desfeitos e a sensação de que algo ficou inacabado. O cérebro humano tem a tendência de se apegar às memórias boas, o que faz com que você idealize momentos e esqueça dos motivos que levaram ao término.
Além disso, existe um fator biológico: durante o relacionamento, hormônios como dopamina e ocitocina reforçaram vínculos de prazer e apego. Quan
niviaserrapsi
1 de set. de 20254 min de leitura
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